MONOGRAFIA


Os versos de luz por escrever. Vida e obra de Guilherme de Faria [prefácio de Maria João Reynaud], Maia, Cosmorama Edições, 2013.

O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea, Porto, Cátedra Poesia e Transcendência / Universidade Católica Portuguesa, 2013.

Acerca do desterro. Hermenêutica literária e arqueologia cultural [prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins] [1.ª ed.], Maia, Cosmorama Edições, 2018.

Vestigia Dei. Uma leitura teotopológica da literatura portuguesa, Maia, Cosmorama Edições, 2019.

Ofício de morrer. O corpo, a morte e a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria, Maia, Cosmorama Edições, 2020.

Acerca do desterro. Hermenêutica literária e arqueologia cultural [prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins] [2.ª ed.], Maia, Cosmorama Edições, 2020.

Entre a ínsula e a península. O metropolismo de Mário Saa à luz do hispanismo de António Sardinha e da ibericidade de Fernando Pessoa. Subsídios para a contextualização histórico-cultural do iberismo [prefácio de Jordi Cerdà], Porto, Officium Lectionis, 2021.

Instante em perda. Encruzilhadas da literatura portuguesa contemporânea [posfácio de Maria de Lourdes Pereira], Porto, Officium Lectionis, 2022.

Vestigia Dei. Uma leitura teotopológica da literatura portuguesa [posfácio de Gonçalo Cordeiro] [2.ª ed.], Porto, Officium Lectionis, 2022.


CAPÍTULOS DE LIVROS | ATAS


“Poetas-filósofos ou filósofos-poetas? Disforia histórico-cultural no contexto português: entre Antero de Quental e Teixeira de Pascoaes”, in “O tema do Homem na literatura hispano-portuguesa contemporânea”, Salamanca/Maia, Instituto de Pensamiento Iberoamericano e Cosmorama Edições, 2015, pp. 163-185.

“Feito de amar entre os homens apenas as coisas mais efémeras. Leituras da poesia de Valter Hugo Mãe”, in Carlos Nogueira [org.], “Nenhuma palavra é exata. Estudos sobre a obra de Valter Hugo Mãe”, Porto, Porto Editora, 2016, pp. 50-59.

“Aquela espécie de mulheres que estão sempre na margem daquilo a que pertencem. O caso de Judith Teixeira”, in Graciete Besse e Maria Araújo da Silva [org.], “Femmes oubliées dans les arts et les lettres au Portugal [XIXe-XXe siècles]”, Paris, Indigo & Côté-femmes éditions, 2016, pp. 187-205.

“Un modo de amarte dentro del tiempo. Sobre la nostalgia de dios en la poesía de Daniel Faria”, in Cecilia Avenatti de Palumbo e Alejandro Bertolini [ed.], “El amado en el amante. Figuras, textos y estilos del amor hecho historia”, Buenos Aires, Agape Libros, 2016, pp. 451-464.

“Fronteiras invisíveis. Manuel Laranjeira e Miguel de Unamuno: sobre o desterro e a vertigem suicidária na cultura portuguesa”, in “Poesia e Filosofia de Fronteira: diálogos e intertextualidades”, Salamanca/Maia, Instituto de Pensamiento Iberoamericano e Cosmorama Edições, 2017, pp. 9-34.

“Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras derivas intertextuais na poesia de Mário de Sá-Carneiro”, in Fernando Curopos e Maria Araújo da Silva [org.], “Paris, Mário de Sá-Carneiro et les autres”, Paris, Éditions Hispaniques, 2017, pp. 79-96.

“Dar graças pelo dom de Fátima”, in Pedro Valinho Gomes [coord.], “Tempo de Graça e Misericórdia – Guia do Peregrino 2017-2018”, Fátima, Santuário de Fátima, 2017, pp. 19-30.

“A Vida é um simulacro, leituras de ‘Húmus’ de Raul Brandão e ‘Grito’ de Rui Nunes”, in “Raul Brandão: 150 Anos”, Porto, Câmara Municipal do Porto, 2018, pp. 90-102.

“Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras derivas intertextuais na poesia de Mário de Sá-Carneiro”, in John Greenfield e Francisco Topa [ed.], “Textualidades e Memória. Permanência, rutura, controvérsia”, Porto, Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória [Faculdade de Letras da Universidade do Porto], 2018, pp. 325-344.

“Ofício de morrer. O corpo e a morte na poesia de Daniel Faria: um tríptico para o desdobramento da imolação”, in “‘Se acender a luz não morrerei sozinho’. Receção de Daniel Faria a 20 anos da morte”, Vila Nova de Gaia, Fundação Manuel Leão, 2019, pp. 147-188.

“Aos ombros de Luís Amaro”, in António Cândido Franco [org.], “Evocar Luís Amaro”, Maia, Cosmorama Edições, 2020, pp. 47-53.

“‘Encontro na noite’: acerca do onirismo místico de Dalila Pereira da Costa”, in “Dalila Pereira da Costa. No centenário do nascimento [1918-2018]”, Porto, Universidade Católica Editora, 2020, pp. 173-181.

“No princípio era a ilha. Eutopia, distopia e outros deslocamentos da temporalidade em ‘Os días contados’, de José Tolentino Mendonça”, in Maria Clara Bingemer e Alex Villas Boas [org.], “Teopoética: mística e poesia”, Rio de Janeiro, Paulinas e Editora PUC-Rio, 2020, pp. 227-239.

“A criação como paradigma da peregrinação”, in Marco Daniel Duarte [coord.], “Fátima, hoje: que caminhos?”, Fátima, Santuário de Fátima, 2020, pp. 35-49.

“Nessa noite o cego sonhou que estava cego. Monólogo sobre os meus olhos doentes”, in Valter Hugo Mãe [org.], “Agostinho Santos: Ver cegueira adentro [100 anos de José Saramago]”, Porto, U.Porto Press / Casa Comum, 2022, pp. 120-127.


REVISTAS CIENTÍFICAS, ACADÉMICAS E LITERÁRIAS


“O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea”, in “Igreja e Missão” 224, setembro/dezembro 2013, pp. 369-384.

“Acerca do desterro: António Nobre, Sá-Carneiro e Guilherme de Faria. Teias contextuais, intertextuais e intratextuais”, in “Boletim de Trabalhos Históricos” [Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães], 2014, pp. 8-28.

“Os vossos jovens terão visões. As crianças de Fátima e a visão do [in]visível”, in “Fátima XXI” [Revista Cultural do Santuário de Fátima], n.º 2, out. 2014, pp. 64-66.

“Viajar outros sentidos, outras vidas. António Nobre, Mário de Sá-Carneiro e Guilherme de Faria: interseções existenciais”, in “Revista Portuguesa de Humanidades” [Estudos Literários], 19-2, 2015, pp. 31-56.

“Interseções. Afonso Lopes Vieira, José Bruges d’Oliveira e Guilherme de Faria: intertextualidades e intercontextualidades”, in “Cadernos de Estudos Leirienses” 7, abril 2016, pp. 87-116.

“Um modo de te amar dentro do tempo. Sobre a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria”, in “Igreja e Missão’ 232, maio/agosto 2016, pp. 201-217.

“Deus, a morte e um povo suicida. O caso exemplar de Manuel Laranjeira”, in “Humanística e Teologia” [Faculdade de Teologia, UCP Porto], Ano 38, Fascículo 1, 38:1, jun. 2017, pp. 125-144.

“O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea”, in “RUA-L” [Revista da Universidade de Aveiro – Letras; Departamento de Línguas e Culturas / Centro de Línguas, Literaturas e Culturas], n.º 6, II Série, 2017, pp. 15-26.

“O caminho que te conduzirá até Deus” [introdução do caderno temático sobre o Imaculado Coração de Maria], in “Fátima XXI” [Revista Cultural do Santuário de Fátima], n.º 7, jun. 2017, pp. 24-25.

“Aos ombros de gigantes. A relação de Guilherme de Faria com Carlos de Lemos, Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha”, in Ernesto Rodrigues [org.], “1867 – Um ano de gigantes. Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha”, Lisboa, Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias [Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa], 2018, pp. 109-131.

“‘Encontro na noite’: acerca do onirismo místico de Dalila Pereira da Costa”, in “Nova Águia”, n.º 22, 2.º semestre de 2018, pp. 56-61.

“Ofício de morrer. O corpo e a morte na poesia de Daniel Faria: um tríptico para o desdobramento da imolação”, in “TeoLiterária” [Mística e Literatura], v. 9, n.º 17, 2019, pp. 12-48.

“‘No tempo dividido’. Mistagogia da temporalidade na poesia de Sophia”, in “Pontes de Vista” [Revista de Filosofia e Literatura], N.º 4, 2019, pp. 74-82.

“Igrejas e museus em tempos de indigência. Interrogações sobre a possibilidade de uma teotopologia estética e sobre a transimanência da arte”, in “Igreja e Missão” 242, setembro/dezembro 2019, pp. 239-253.

“Saudade do Céu. Sobre o rumor da transcendência na poesia de Guilherme de Faria”, in “Estudos de Religião” [Universidade Metodista de São Paulo], v. 34, n.º 3 [2020], pp. 39-60.

“Com todo o peso do coração no centro. Uma carta para Cruzeiro Seixas, a propósito de ‘Flash’, de Herberto Helder”, in “A Ideia” [revista de cultura literária], 90/91/92/93 [outono 2020], pp. 57-60.

“Rebentos tardios da velha árvore. Acerca do diálogo entre a literatura e a teologia em Portugal”, in “Ephata” [revista portuguesa de teologia], n.º 1, vol. 3 [2021], pp. 175-203.


PREFÁCIOS | POSFÁCIOS


“Leonel Oliveira, presbítero da Igreja” [prefácio], in Leonel Oliveira, “Duma só coisa quis saber”, Cosmorama Edições, 2013, pp. 9-15.

“‘Saudade Minha [poesias escolhidas]’, o livro definitivo de Guilherme de Faria” [prefácio], in “O Livro de Guilherme de Faria. Saudade Minha [poesias escolhidas]”, Cosmorama Edições, 2013, pp. 9-30.

“Onde a resiliência da pedra toca a exação da fratura. Leituras da poesia de Jorge Melícias” [posfácio], in Jorge Melícias, “Alvídrio”, Cosmorama Edições, 2014, pp. 175-190.

“Entre o movimento conciso do último passo e a magnífica treva de existir a sós. O último livro de Fernando de Castro Branco” [prefácio], in Fernando de Castro Branco, “Desde Portugal”, Maia, Cosmorama Edições, 2016, pp. 7-12.

“António Pedro. Em mansamente dolorida ausência e uma saudade mansíssima: os primeiros vinte anos e a poesia dos anos 20” [posfácio], in António Pedro, “Poesia [1926-1929]”, Maia, Cosmorama Edições, 2016, pp. 281-322.

“Joaquim de Araújo. Lâmpada apagada cujo ouro brilha no escuro pela memória da extinta luz” [prefácio], in Joaquim de Araújo, “Constelações no azul magoado” [“Lira Íntima”, “Ocidentais” e “Flores da Noite”], Maia, Cosmorama Edições, 2017, pp. 9-16.

“A essência e o uníssono. Para uma iniciação à poesia de Carlos Alberto Braga” [prefácio], in Carlos Alberto Braga, “Razão poética [poesia reunida: 1987-2016]”, Maia, Cosmorama Edições, 2019, pp. 7-17.

“António Hartwich Nunes: poeta sem querer” [prefácio], in António Hartwich Nunes, “O Livro de Ónio”, Maia, Cosmorama Edições, 2020, pp. 7-36.

“Esse vasto silêncio que se segue à catástrofe. Uma aproximação à poesia de Rosario Castellanos” [prefácio], in Rosario Castellanos, “Poemas escolhidos” [tradução para português de Jorge Melícias], Lisboa, Antígona, 2020, pp. 5-10.

“José Antonio Ramos Sucre: o poeta insone” [prefácio], in José Antonio Ramos Sucre, “Insónia” [tradução para português de Jorge Melícias], Porto, Officium Lectionis, 2021, pp. 13-34.

“Palavras de muitas histórias. Recordar Maria Eulália de Macedo” [prefácio], in Maria Eulália de Macedo, “O meu chão é de vertigem”, Porto, Officium Lectionis, 2021, pp. 7-21.

“Entre o movimento conciso do último passo e a magnífica treva de existir a sós. O último livro de Fernando de Castro Branco” [posfácio], in Fernando de Castro Branco, “Poesia [2011-2016]”, Porto, Officium Lectionis, 2021, pp. 235-238.

“O livro definitivo de Guilherme de Faria” [prefácio], in Guilherme de Faria, “Saudade Minha [poesias escolhidas]”, Porto, Officium Lectionis, 2021, pp. 5-18.

“António Hartwich Nunes: poeta sem querer” [prefácio], in António Hartwich Nunes, “O Livro de Ónio”, Porto, Officium Lectionis, 2021, pp. 5-24.

“António Pedro: em mansamente dolorida ausência e uma saudade mansíssima” [prefácio], in António Pedro, “Canções e outros poemas [1926-1929]”, Porto, Officium Lectionis, 2022, pp. 13-43.

“Certo vago pranto. Recordar José Bruges” [prefácio], in José Bruges, “Memorial”, Porto, Officium Lectionis, 2022, pp. 5-22.

“Cavou-me a dor na face as rugas do desgosto. Um reencontro com José Duro” [prefácio], in José Duro, “Fel e outros poemas”, Porto, Officium Lectionis, 2022, pp. 5-7.

“Trouxe-o dum ventre: não fiz mais do que o escrever… Apontamentos para um reencontro com António Nobre nas páginas do ‘Só’” [posfácio], in António Nobre, “Só”, Porto, Officium Lectionis, 2022, pp. 213-227.