Livros


Os versos de luz por escrever. Vida e obra de Guilherme de Faria.
Maia: Cosmorama, 2013. Prefácio de Maria João Reynaud.

O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea.
Porto: Cátedra Poesia e Transcendência [UCP], 2013.

Acerca do desterro. Hermenêutica literária e arqueologia cultural.
1.ª ed. — Maia: Cosmorama, 2018.
2.ª ed. — Maia: Cosmorama, 2020.

Vestigia Dei. Uma leitura teotopológica da literatura portuguesa.
1.ª ed. — Maia: Cosmorama, 2019.
2.ª ed. — Porto: Officium Lectionis, 2022 [prefácio de Gonçalo Cordeiro].

Ofício de morrer. O corpo, a morte e a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria.
Maia: Cosmorama, 2020 [seguido de “Prepara um ramalhete de mirra”, de José Nuno Ferreira da Silva].

Entre a ínsula e a península. Subsídios para uma contextualização histórico-cultural do iberismo.
1.ª ed. — Porto: Officium Lectionis, 2021 [posfácio de Jordi Cerdà].
2.ª ed. — Porto: Officium Lectionis, 2024 [prefácio de Esther Paniagua].

Instante em perda. Encruzilhadas da literatura portuguesa contemporânea.
Porto: Officium Lectionis, 2022 [posfácio de Maria de Lourdes Pereira].

Tríptico. Leitura da poesia de Daniel Faria.
Porto: Officium Lectionis, 2023 [pinturas de Agostinho Santos].

Furusato. O Japão de Valter Hugo Mãe: uma antropologia da reiteração poética.
Porto: Officium Lectionis, 2023 [seguido de narrativa imagética de Tomás Guerrero].

Escrevo à sombra do som da morte. Ensaio para um monólogo sobre Rui Nunes.
Porto: Officium Lectionis, 2023 [edição trilingue: português, espanhol e catalão].

Equinócio de outono. Dispersos.
Porto: Officium Lectionis, 2024.


Biografia de Lúcia de Jesus


Mariae Luciae a Iesu et a Corde Immaculato. Biographia ex documentis, in “Beatificationis et Canonizationis Servae Dei Mariae Luciae a Iesu et a Corde Immaculato. Positio super vita, virtutibus et fama sanctitatis”, Roma: Dicasterium de Causis Sanctorum, 2022, pp. 1313-1755.


Capítulos de livros e atas


Poetas-filósofos ou filósofos-poetas? Disforia histórico-cultural no contexto português: entre Antero de Quental e Teixeira de Pascoaes, in “O tema do Homem na literatura hispano-portuguesa contemporânea”, Maia: Cosmorama, 2015, pp. 163-185.

Feito de amar entre os homens apenas as coisas mais efémeras. Leituras da poesia de Valter Hugo Mãe, in Carlos Nogueira [org.], “Nenhuma palavra é exata. Estudos sobre a obra de Valter Hugo Mãe”, Porto: Porto Editora, 2016, pp. 50-59.

Aquela espécie de mulheres que estão sempre na margem daquilo a que pertencem. O caso de Judith Teixeira, in Graciete Besse e Maria Araújo da Silva [org.], “Femmes oubliées dans les arts et les lettres au Portugal [XIXe-XXe siècles]”, Paris: Indigo & Côté-femmes éditions, 2016, pp. 187-205.

Un modo de amarte dentro del tiempo. Sobre la nostalgia de Dios en la poesía de Daniel Faria, in Cecilia Avenatti de Palumbo e Alejandro Bertolini [ed.], “El amado en el amante. Figuras, textos y estilos del amor hecho historia”, Buenos Aires: Agape Libros, 2016, pp. 451-464.

Fronteiras invisíveis. Manuel Laranjeira e Miguel de Unamuno: sobre o desterro e a vertigem suicidária na cultura portuguesa, in “Poesia e Filosofia de Fronteira: diálogos e intertextualidades”, Maia: Cosmorama, 2017, pp. 9-34.

Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras derivas intertextuais na poesia de Mário de Sá-Carneiro, in Fernando Curopos e Maria Araújo da Silva [org.], “Paris, Mário de Sá-Carneiro et les autres”, Paris: Éditions Hispaniques, 2017, pp. 79-96.

Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima, in Pedro Valinho Gomes [coord.], “Guia do Peregrino 2017-2018: Tempo de Graça e Misericórdia”, Fátima: Santuário de Fátima, 2017, pp. 19-30.

A vida é um simulacro, leituras de “Húmus” de Raul Brandão e “Grito” de Rui Nunes, in “Raul Brandão: 150 anos”, Porto: Câmara Municipal do Porto, 2018, pp. 90-102.

Aos ombros de gigantes. A relação de Guilherme de Faria com Carlos de Lemos, Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha, in Ernesto Rodrigues [org.], “1867: um ano de gigantes. Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha”, Lisboa: Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias [FLUL], 2018, pp. 109-131.

Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras derivas intertextuais na poesia de Mário de Sá-Carneiro, in John Greenfield e Francisco Topa [ed.], “Textualidades e Memória: permanência, ruptura, controvérsia”, Porto: Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória [FLUP], 2018, pp. 325-344.

Ofício de morrer. O corpo e a morte na poesia de Daniel Faria: um tríptico para o desdobramento da imolação, in “Se acender a luz não morrerei sozinho. Receção de Daniel Faria a vinte anos da morte”, Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão, 2019, pp. 147-188.

Aos ombros de Luís Amaro, in António Cândido Franco [org.], “Evocar Luís Amaro”, Maia: Cosmorama, 2020, pp. 47-53.

No princípio era a ilha. Eutopia, distopia e outros deslocamentos da temporalidade em “Os dias contados” de José Tolentino Mendonça, in Maria Clara Bingemer e Alex Villas Boas [org.], “Teopoética: mística e poesia”, Rio de Janeiro: Paulinas e Editora PUC-Rio, 2020, pp. 227-239.

A criação como paradigma da peregrinação, in Marco Daniel Duarte [coord.], “Fátima, hoje: que caminhos?”, Fátima: Santuário de Fátima, 2020, pp. 35-49.

Saudades do céu. Sobre o rumor de transcendência na poesia de Guilherme de Faria, in “Redenção e Escatologia. Estudos de filosofia, religião, literatura e arte na cultura portuguesa” [vol. III, tomo 3], Lisboa: Universidade Católica Editora, 2020, pp. 541-560.

Um modo de te amar dentro do tempo. Sobre a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria, in “Redenção e Escatologia. Estudos de filosofia, religião, literatura e arte na cultura portuguesa” [vol. III, tomo 3], Lisboa: Universidade Católica Editora, 2020, pp. 661-672.

Recordar Maria Eulália de Macedo [no fio de linho das palavras], in “Maria Eulália de Macedo. Devo à vida o ter tido vida”, Amarante: Município de Amarante, 2022, pp. 93-102.

Nessa noite o cego sonhou que estava cego. Monólogo sobre os meus olhos doentes, in Valter Hugo Mãe [org.], “Agostinho Santos: Ver cegueira adentro [cem anos de José Saramago]”, Porto: U.Porto Press / Casa Comum, 2022, pp. 120-127.

Escrevo à sombra do som da morte. Ensaio para um monólogo sobre Rui Nunes, in Santiago García-Jalón de la Lama [org.], “Utopias, distopias e eutopias. Ressonâncias na filosofia e na literatura contemporâneas”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 103-111.

Construyendo nuevos mundos, derribando viejas fronteras. La recepción en Portugal de las letras españolas actuales, in Luis García Jambrina [org.], “Encuentro Construyendo nuevos mundos, derribando viajas fronteras. La recepción en Europa de las Letras españolas actuales”, Madrid: Ministerio de Cultura y Deporte — Gobierno de España / Encuentros en Verines, 2023.

“Para se namorar do que criou, te fez Deus Virgem Pura” [Camões]. Sobre o lugar de Santa Maria na poesia portuguesa, in José Paulo Leite de Abreu e Marco Daniel Duarte [coord.], “Padroeira de Portugal. Mulher, mãe e rainha: 375 anos da coroação de Nossa Senhora da Conceição”, Vila Viçosa: IPPEM, 2023, pp. 223-239.

A ressurreição como reposição do real: Arnaldo de Pinho a imaginar a evidência, in “Arnaldo Pinho, 80 ano. Hermenêutica e Teologia em Portugal”, Porto: Universidade Católica Editora, 2024, pp. 93-97.


Revistas académicas, culturais, literárias e eclesiais


O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea, in Igreja e Missão 224, set./dez. 2013, pp. 369-384.

Acerca do desterro: António Nobre, Sá-Carneiro e Guilherme de Faria. Teias contextuais, intertextuais e intratextuais, in Boletim de Trabalhos Históricos [Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães], 2014, pp. 8-28.

Os vossos jovens terão visões. As crianças de Fátima e a visão do [in]visível, in Fátima XXI, n.º 2, out. 2014, pp. 64-66.

Viajar outros sentidos, outras vidas. António Nobre, Mário de Sá-Carneiro e Guilherme de Faria: interseções existenciais, in Revista Portuguesa de Humanidades [Estudos Literários], 19-2, 2015, pp. 31-56.

Interseções. Afonso Lopes Vieira, José Bruges d’Oliveira e Guilherme de Faria: intertextualidades e intercontextualidades, in Cadernos de Estudos Leirienses 7, abr. 2016, pp. 87-116.

Um modo de te amar dentro do tempo. Sobre a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria, in Igreja e Missão 232, maio/ago. 2016, pp. 201-217.

Deus, a morte e um povo suicida. O caso exemplar de Manuel Laranjeira, in Humanística e Teologia [Faculdade de Teologia, UCP Porto], Ano 38, Fascículo 1, 38:1, jun. 2017, pp. 125-144.

O caminho que te conduzirá até Deus, in Fátima XXI, n.º 7, jun. 2017, pp. 24-25.

O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea, in RUA-L [Revista da Universidade de Aveiro: Letras], n.º 6, II Série, 2017, pp. 15-26.

“Encontro na noite”: acerca do onirismo místico de Dalila Pereira da Costa, in Nova Águia 22, 2.º semestre de 2018, pp. 56-61.

Ofício de morrer. O corpo e a morte na poesia de Daniel Faria: um tríptico para o desdobramento da imolação, in TeoLiterária [Mística e Literatura], v. 9, n.º 17, 2019, pp. 12-48.

“No tempo dividido”. Mistagogia da temporalidade na poesia de Sophia, in Pontes de Vista [Revista de Filosofia e Literatura], N.º 4, 2019, pp. 74-82.

Igrejas e museus em tempos de indigência. Interrogações sobre a possibilidade de uma teotopologia estética e sobre a transimanência da arte, in Igreja e Missão 242, set./dez. 2019, pp. 239-253.

Oficio de Morrer: o corpo e a morte na poesia de Daniel Faria. Um tríptico para o desdobramento da imolação, in Cenáculo [2.ª série], vol. 58, n.º 214, 2020, pp. 17-56.

Saudade do Céu. Sobre o rumor da transcendência na poesia de Guilherme de Faria, in Estudos de Religião [Universidade Metodista de São Paulo], v. 34, n.º 3 [2020], pp. 39-60.

Com todo o peso do coração no centro. Uma carta para Cruzeiro Seixas, a propósito de “Flash”, de Herberto Helder, in A Ideia [Revista de Cultura Literária], 90/91/92/93 [outono 2020], pp. 57-60.

Rebentos tardios da velha árvore. Acerca do diálogo entre a literatura e a teologia em Portugal, in Ephata [Revista Portuguesa de Teologia], n.º 1, vol. 3 [2021], pp. 175-203.

Escrevo à sombra do som da morte. Ensaio para um monólogo, in Devir [Revista ibero-americana de cultura], n.º 8, 2022, pp. 105-116.

Fernando Pessoa e Guilherme de Faria: história de um [des]encontro, in Pessoa Plural [Revista de Estudos Pessoanos], n.º 22 [outono 2022], pp. 311-322.

Escola e família: lugares de inclusão e de exclusão, in Brotéria [Cristianismo e Cultura], vol. 196 – 3 [mar. 2023], pp. 264-272.

Un espacio ibérico: cuatro cartas [diálogo com Martín López-Vega], in Cuadernos Hispanoamericanos 877 [set. 2023], pp. 24-27.

Os três pastorinhos de Fátima, in National Geographic [edição especial: Fátima], n.º 16, maio 2024, pp. 16-20.


Prefácios e posfácios


Leonel Oliveira, presbítero da Igreja [prefácio], in Leonel Oliveira, “Duma só coisa quis saber”, Maia: Cosmorama, 2013, pp. 9-15.

“Saudade Minha [poesias escolhidas]”, o livro definitivo de Guilherme de Faria [prefácio], in Guilherme de Faria, “Saudade Minha [poesias escolhidas]”, Maia: Cosmorama, 2013, pp. 9-30.

Onde a resiliência da pedra toca a exação da fratura. Leituras da poesia de Jorge Melícias [posfácio], in Jorge Melícias, “Alvídrio”, Maia: Cosmorama, 2014, pp. 175-190.

Entre o movimento conciso do último passo e a magnífica treva de existir a sós. O último livro de Fernando de Castro Branco [prefácio], in Fernando de Castro Branco, “Desde Portugal”, Maia: Cosmorama, 2016, pp. 7-12.

António Pedro. Em mansamente dolorida ausência e uma saudade mansíssima: os primeiros vinte anos e a poesia dos anos vinte [posfácio], in António Pedro, “Poesia [1926-1929]”, Maia: Cosmorama, 2016, pp. 281-322.

Joaquim de Araújo. Lâmpada apagada cujo ouro brilha no escuro pela memória da extinta luz [prefácio], in Joaquim de Araújo, “Constelações no azul magoado”, Maia: Cosmorama, 2017, pp. 9-16.

A essência e o uníssono. Para uma iniciação à poesia de Carlos Alberto Braga [prefácio], in Carlos Alberto Braga, “Razão poética”, Maia: Cosmorama, 2019, pp. 7-17.

António Hartwich Nunes: poeta sem querer [prefácio], in António Hartwich Nunes, “O Livro de Ónio”, Maia: Cosmorama, 2020, pp. 7-36.

Esse vasto silêncio que se segue à catástrofe. Uma aproximação à poesia de Rosario Castellanos [prefácio], in Rosario Castellanos, “Poemas escolhidos”, Lisboa: Antígona, 2020, pp. 5-10.

José Antonio Ramos Sucre: o poeta insone, in José Antonio Ramos Sucre, “Insónia”, Porto: Officium Lectionis, 2021.

Palavras de muitas histórias. Recordar Maria Eulália de Macedo [prefácio], in Maria Eulália de Macedo, “O meu chão é de vertigem”, Porto: Officium Lectionis, 2021, pp. 7-21.

Entre o movimento conciso do último passo e a magnífica treva de existir a sós [posfácio], in Fernando de Castro Branco, “Poesia [2011-2016]”, Porto: Officium Lectionis, 2021, pp. 235-238.

O livro definitivo de Guilherme de Faria [prefácio], in Guilherme de Faria, “Saudade Minha [poesias escolhidas]”, Porto: Officium Lectionis, 2021, pp. 5-18.

António Hartwich Nunes: poeta sem querer [prefácio], in António Hartwich Nunes, “O Livro de Ónio”, Porto: Officium Lectionis, 2021, pp. 5-24.

António Pedro: em mansamente dolorida ausência e uma saudade mansíssima [prefácio], in António Pedro, “Canções e outros poemas [1926-1929]”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 13-43.

Certo vago pranto. Recordar José Bruges [prefácio], in José Bruges, “Memorial”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 5-22.

Cavou-me a dor na face as rugas do desgosto. Um reencontro com José Duro [prefácio], in José Duro, “Fel e outros poemas”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 5-7.

Trouxe-o dum ventre: não fiz mais do que o escrever… Apontamentos para um reencontro com António Nobre nas páginas do “Só” [posfácio], in António Nobre, “Só [poesia reunida 1]”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 213-227.

Era o início de uma assombração [prefácio], in Jaime Rocha, “Assombração”, Porto: Officium Lectionis, 2022.

Introdução, in Agostinho Santos, “A substância do tempo”, Porto: Officium Lectionis, 2022, pp. 5-6.

Introdução, in Teixeira de Pascoaes, “Poesia [vol. I]”, Porto: Officium Lectionis, 2023, pp. 5-9.

António Nobre em Paris. A vaga inquietação de estar longe [prefácio], in António Nobre, “Lusitânia no Bairro Latino. Poemas de Paris”, Porto: Officium Lectionis, 2023, pp. 5-11.

Introdução, in Rui da Graça, “Um país de árvores”, Porto: Officium Lectionis, 2023, p. 5.

Introdução, in Guilherme de Faria, “Poesia [vol. 1: édita]”, Porto: Officium Lectionis, 2023, pp. 5-19.

Introdução, in Teixeira de Pascoaes, “Poesia [vol. II]”, Porto: Officium Lectionis, 2023, pp. 5-6.

A atirar pedras lentamente contra a luz ou a justificar uma antologia negligente, in Daniel Maia-Pinto Rodrigues, “Amo sobretudo às vezes [antologia], Porto: Officium Lectionis, 2024, pp. 5-7.

Introdução, in António Nobre, “Primeiros e últimos versos [poesia reunida 2]”, Porto: Officium Lectionis, 2024, pp. 5-6.

Introdução, in Teixeira de Pascoaes, “Poesia [vol. III]”, Porto: Officium Lectionis, 2024, pp. 5-6.


Outras referências


Em 2014, Fernando Guimarães recenseou “Os versos de luz por escrever. Vida e obra de Guilherme de Faria” na Colóquio/Letras [n.º 187, set./dez. 2014, pp. 274-275].

Em 2019, José Rui Teixeira foi um dos teólogos escolhidos para a edição de “Teologia como resistência”, de António Marujo [Lisboa: Universidade Católica Editora, 2019], e o trabalho que desenvolveu na Cátedra Poesia e Transcendência teve destaque em “40. A Universidade Católica Portuguesa no Porto” [Porto: Universidade Católica Editora, 2019, pp. 112-113].

No n.º 1 de Alma Mater [Revista da Universidade Católica Portuguesa], foi publicado o artigo: “Memorial de Sophia. Uma japoneira, um verso e um lugar de reflexão” [Alma Mater, n.º 1, fev. 2022, pp. 60-61].

Iberismo hoy: artigo de Marcelino Agís Villaverde sobre “Entre a ínsula e a península”, no jornal El Correo Gallego [26 fev. 2024].