Frequentou, em 1994, os cursos de Géneros Jornalísticos e Técnicas de Titulação e Paginação promovidos pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas [CENJOR].
Fundou, dirigiu e integrou o conselho de redação de várias publicações académicas, eclesiais e literárias. Foi responsável pela revisão científica de traduções da Oxford University Press. Organizou e prefaciou/posfaciou inúmeras edições de natureza literária e teológica.
Coordenou edições do Secretariado da Cultura da Diocese do Porto: Bento XVI em Portugal [2010] e Morreste-me: a morte e a esperança cristã [2010]; e da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti: Memórias e Rumos [2014].


COSMORAMA EDIÇÕES


José Rui Teixeira criou a Cosmorama Edições em 2004, com a publicação de Melopeia. Nos primeiros três anos, foram publicados vinte livros, entre eles: Iniciação ao remorso, de Jorge Melícias, Bela adormecida, de Miriam Reyes, A meta física do corpo, de Rui Lage [com a primeira antologia da poesia de Valter Hugo Mãe], Estende a mão ao milagre, de Hilde Domin, Dominga, de Agustina Bessa-Luís, A vocação dos homens silenciosos, de Sandra Costa, e O percurso da luz, de Carlos Alberto Braga.
Nos três anos seguintes, foram publicados mais trinta livros. Aos nomes de António Ramos Rosa e Ana Hatherly, juntaram-se os de Amadeu Baptista, Fernando de Castro Branco e Luís Soares Barbosa. Entre as estreias, destacaram-se: Andreia C. Faria, Catarina Costa e João Moita. A Cosmorama publicou ainda Espelho negro, de Miriam Reyes, e Pornografia erudita, de Valter Hugo mãe — e reuniu pela primeira vez a sua poesia em Folclore íntimo, assim como as obras poéticas de José Rui Teixeira [Diáspora], Jorge Melícias [Disrupção] e Fernando de Castro Branco [A carvão]. No contexto do centenário do nascimento de Guilherme de Faria, em 2007, foi reeditada a antologia Saudade minha [poesias escolhidas], assim como uma antologia da poesia de Teixeira de Pascoaes [Crepúsculo].
Seguiram-se livros de Pedro Sena-Lino, João Moita e Fernando de Castro Branco; Pensamentos e máximas, de Teixeira de Pascoaes [edição organizada por António Cândido Franco], e S. Francisco. Visão franciscana da vida, de Leonardo Coimbra.
Em 2013, a Cosmorama reinventou-se, com uma expressão académica no âmbito dos estudos humanísticos, com trabalhos de Joaquim Teixeira, Henrique Manuel Pereira, Fernando de Castro Branco e José Rui Teixeira, entre outros. Mas não diminuiu a sua expressão literária: sucederam-se livros de poetas portugueses como Jorge Melícias, Carlos Alberto Braga, Nuno Júdice e Eduardo Quina, entre outros; e de poetas iberoamericanos, como é o caso de Hugo Mujica e María Negroni [Argentina], Daniela Camacho [México], Miriam Reyes e Martín López-Vega [Espanha]. Destacam-se os livros Duma só coisa quis saber, de Leonel Oliveira, e A margem de um livro, de Rui Nunes.


UNIVERSIDADE CATÓLICA EDITORA | PORTO


Entre 2011 e 2013, foi diretor da Universidade Católica Editora [UCE Porto], tendo coordenado a edição de mais de vinte obras, entre as quais se destacam: Fronteiras: leituras filosófico-teológicas [2011], de João Manuel Duque; Fernando Pessoa e o Quinto Império [2012] e A filosofia da religião em Portugal [1850-1910] [2013], ambos de Afonso Rocha.


OFFICIUM LECTIONIS EDIÇÕES