CAPELA DE FRADELOS E CENTRO CATECUMENAL DA IGREJA DO PORTO


Integrou a Comunidade da Capela de Fradelos, no Porto, entre 1998 e 2017, à qual presidiu desde 2012, por indicação de D. Manuel Clemente e de D. António Francisco dos Santos, Bispos do Porto.

Entre 1998 e 2013, juntamente com o presbítero Leonel Oliveira, foi responsável pela iniciação cristã de mais de quinhentos catecúmenos no Centro Catecumenal da Igreja do Porto; presidiu a centenas de sessões catecumenais, organizou e promoveu retiros, encontros de reflexão e oração, conferências e uma série de outros projetos culturais de mundividência cristã.

Coordenou a edição de “Duma só coisa quis saber” [2013], que reúne conferências pronunciadas pelo presbítero Leonel Oliveira [entre 1993 e 2010] e artigos publicados nos “Cadernos” do Centro Catecumenal. E coordena a edição de “Actos e Actas”, dois volumes com a colaboração que este presbítero manteve [entre 1985 e 2007], na “Voz Portucalense” [semanário da Diocese do Porto].

Desenvolve o website: www.leoneloliveira.org.


EDUCAÇÃO


Foi, desde 2000, professor em várias instituições de ensino católicas: Colégio Luso-Francês, Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, Universidade Católica Portuguesa e Colégio de Ermesinde.

Entre 2007 e 2011, coordenou a equipa de redação do manual de Educação Moral e Religiosa Católica – “Alicerces” — para o Ensino Secundário [Secretariado Nacional de Educação Cristã]. Nesse contexto, escreveu as unidades letivas 6 [“Um sentido para a vida”] e 10 [“Arte cristã”].


CONGAUDEANT | CAMINHOS DE SANTIAGO


“Congaudeant catholici” é um antigo cântico dos peregrinos a Compostela, composto por Albertus Parisiensis no século XII e integrado no “Codex Calixtinus”. Do verbo latino ‘congaudeo’ [que significa ‘alegrar-se com’], ‘congaudeant’ é um convite à alegria partilhada, a alegria que os peregrinos testemunham no Caminho e na experiência transfiguradora da chegada à Catedral de Santiago.

José Rui Teixeira percorreu pela primeira vez o Caminho de Santiago em 1995.

No ano letivo de 2001.02, criou o projeto CONGAUDEANT, no contexto da comunidade educativa do Colégio Luso-Francês. Durante quase vinte anos, este projeto implicou mais de cinco mil alunos em cerca de quarenta peregrinações a Santiago de Compostela. Assim nasceu e foi crescendo uma comunidade de peregrinos reunida em torno da experiência do Caminho de Santiago, da sua espiritualidade e tradição.


SANTUÁRIO DE FÁTIMA


Da sua colaboração com o Santuário de Fátima, destacam-se dois artigos na revista “Fátima XXI”: “Os vossos jovens terão visões. As crianças de Fátima e a visão do [in]visível” [n.º 2, out. 2014, pp. 64-66] e “O caminho que te conduzirá até Deus” [n.º 7, jun. 2017, pp. 24-25], tendo coordenado o caderno temático sobre o Imaculado Coração de Maria no n.º 7 desta revista.

Em 2017, pronunciou a conferência da Jornada de Abertura do Ano Pastoral, no Centro Pastoral Paulo VI: “Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima” [“Guia do Peregrino 2017-2018: Tempo de Graça e Misericórdia”, Fátima, Santuário de Fátima, 2017, pp. 19-30]; e, em 2019, no Simpósio Teológico-Pastoral “Fátima, hoje: que caminhos?”: “A Criação como paradigma da Peregrinação”.

Em 2015 e 2016, foi censor teólogo do Processo de Beatificação e Canonização da Irmã Lúcia de Jesus e do Imaculado Coração.

No final de 2018, foi nomeado colaborador externo deste Processo pelo Postulador Geral dos Carmelitas Descalços. Em 2019 e 2020, escreveu a biografia de Lúcia de Jesus para a “Positio super vita, virtutibus et fama sanctitatis” do Processo de Beatificação e Canonização da vidente de Fátima.


PASTORAL DA CULTURA


Colaborou com Joaquim Azevedo [entre 2010 e 2018] no Secretariado da Pastoral da Cultura da Diocese do Porto. Nesse contexto, coordenou a edição de “Bento XVI em Portugal” [2010], “Morreste-me: a morte e a esperança cristã” [2010] e “Ecce Homo 2008.10” [2011].

Organizou em 2010, no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, o simpósio “A pergunta na hora de partir”, sobre a morte e a esperança na arte e na literatura [com conferências, uma exposição de esculturas de Karin Somers e a execução de “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen].

Em 2012, no Museu de Serralves, organizou o colóquio “Ver o invisível, dizer o indizível”, no qual intervieram Jaime Rocha, João Manuel Duque, Siza Vieira, Valter Hugo Mãe e Manoel de Oliveira.

Entre 2011 e 2013, coordenou os três “Encontros de Artistas” com o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, no Auditório da Casa Episcopal.

Em 2017, participou na mesa-redonda “Desamordaçar o futuro: a voz dos cristãos no mundo contemporâneo”, com Guilherme d’Oliveira Martins, no Auditório da Escola Básica de Matosinhos.