José Rui Teixeira nasceu no Porto, em 1974.

Estudou Teologia [licenciatura] na Universidade Católica Portuguesa [Porto], Filosofia [mestrado] e Literatura [doutoramento] na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desenvolveu dois projetos de pós-doutoramento: na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da UCP [Braga] e na Facultad de Filología da Universidad de Salamanca.

É diretor e presidente do Conselho Científico da Cátedra Poesia e Transcendência [Sophia de Mello Breyner Andresen], na Universidade Católica Portuguesa [Porto]. Coordena o projeto TEOTOPIAS.

Integra o Conselho Científico do Instituto de Pensamiento Iberoamericano, da Universidad Pontificia de Salamanca. É investigador do Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião, da Universidade Católica Portuguesa, e do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibériques Contemporains [Études Lusophones], da Université Paris-Sorbonne. É membro da Asociación Latinoamericana de Literatura y Teología, da European Society for Catholic Theology, da Associação Portuguesa de Antropologia e da Associação Portuguesa dos Críticos Literários.

É diretor pedagógico do Colégio Luso-Francês [Porto].

Dirige o projeto editorial Officium Lectionis.

Foi o teólogo incumbido da redação da biografia da carmelita Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado [vidente de Fátima], no âmbito do seu processo de beatificação e canonização.

Na última década, em contexto académico, publicou oito livros e mais de setenta textos: artigos em revistas científicas e culturais; capítulos de livros, prefácios ou posfácios; ensaios escritos no âmbito das mais de cem intervenções a convite de institutos, centros de investigação e cátedras de universidades europeias e sul-americanas. Organizou dezenas de eventos académicos e culturais. Na condição de editor, desde 2004, publicou mais de duzentos livros, tendo reunido a poesia de António Nobre em dois volumes e encontrando-se a coordenar a edição das obras poéticas de Teixeira de Pascoaes e Guilherme de Faria.

Intervém frequentemente em documentários, programas informativos e reportagens televisivas e radiofónicas, sobretudo na RTP, como comentador no âmbito da literatura, da religião e da educação.

No que diz respeito a poesia, publicou 15 livros, entre os quais se destacam: “Para morrer” [2004], “O fogo e outros utensílios da luz” [2005], “Oráculo” [2006] e “Antípoda” [2017]. Dez anos depois de “Diáspora”, reuniu a sua poesia em “Autópsia” [2019] e em “Como um ofício” [2021]. Publicou “Habeas corpus” [2022] e “Uzume” [2024]. Em “Aware” [2024], com um prefácio de Valter Hugo Mãe, reúne os poemas de “Habeas corpus”, “Uzume” e um conjunto de inéditos.

É 1.º dan de Karate-do Shotokai no dojo da Associação Bushidokan de Artes Marciais [ABAM], no Porto, com o mestre Domingos Silva.