Entre 2000 e 2007, José Rui Teixeira publicou oito livros de poesia, entre os quais se destacam: «Para morrer» [Quasi Edições, 2004], «O fogo e outros utensílios da luz» [Quasi Edições, 2005] e «Oráculo» [Quasi Edições, 2006]. Em 2009, definiu o ‘corpus’ da sua poesia em «Diáspora» [Cosmorama Edições], livro reimpresso em 2011 e em 2013, em edição trilingue, com traduções de Miriam Reyes [espanhol] e de José Pedro Angélico [inglês], introdução de Valter Hugo Mãe e posfácio de Fernando de Castro Branco.
Em 2017, a Cosmorama Edições imprimiu a 4.ª edição «Diáspora». Foi também publicado um livro de inéditos: «Antípoda» [Casa Mãe], com os poemas de «Vórtice» e de «Distúrbio do sono» [prefaciados por Rui Nunes], e um posfácio-diálogo de Jorge Melícias e Valter Hugo Mãe.
Em 2018, na Colección ONCE [da editorial espanhola Amargord], será publicado «Tiempo Común», com os poemas de «Diáspora» [traduzidos para espanhol por Miriam Reyes] e de «Antípoda» [traduzidos por Martín López-Vega], prefaciados por Daniela Camacho.

A sua poesia está traduzida em várias línguas e está representada em manuais escolares, revistas literárias e inúmeras antologias, em Portugal, noutros países europeus e na América Latina.
Na condição de poeta participou em inúmeros encontros nacionais e internacionais de poetas, entre os quais se destacam: IV Festival Internacional de Poesía Moncayo, Tarazona [Espanha], 2005; Correntes d’Escritas [7.ª edição], Póvoa do Varzim, 2006; e 10.º Festival Mundial de Poesía, Caracas [Venezuela], 2013.
Entre outros estudos e artigos sobre a sua poesia [particularmente os de Fernando Guimarães, Pedro Sena-Lino, Helena Lopes e Fernando de Castro Branco], destaca-se a dissertação de mestrado de Eunice Maia: «José Rui Teixeira, entre a morte e a reminiscência do ventre» [Universidade da Beira Interior, 2008].
Em 2005 publicou «Horizonte» [Quasi Edições], um livro para crianças ilustrado por Joana Quental.

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* Manuais escolares: «Confluência» [Língua Portuguesa, 7.º ano], Porto, Edições Asa, 2002, pp. 258-259; «Confluência» [Língua Portuguesa, 8.º ano], Porto, Edições Asa, 2003, pp. 12-13; «Abordagens» [Português, 12.º ano], Porto, Porto Editora, 2005, p. 341.
* Revistas literárias: Apeadeiro, n.º 4/5, inverno 2004, pp. 84-87; Águas furtadas, n.º 7, dez. 2004, pp. 52-53; Correntes D’Escritas, n.º 5, fev. 2006, pp. 41-42; Sulscrito, n.º 2, verão 2008, pp. 76-77; Pena Ventosa – Cadernos de Poesia, n.º 3, dez. 2011, p. 7; A Ideia, II série, vol. 17, n.º 73/74, outono 2014, p. 178; Devir, n.º 3, 2016, pp. 34-37; etc.
* Antologias nacionais: «Anos 90 e agora», Quasi Edições, 2004, pp. 329-337; «Os poemas da minha vida» [Marcelo Rebelo de Sousa], Público, 2005, p. 195; «O Livro de Natércia», Quasi Edições, 2005, p. 122; «Uma luz de papel», Edições Éterogémeas, 2007, pp. 22-23; «Estamos juntos», Edições Tenacitas / Leigos para o Desenvolvimento, 2011, pp. 92-95; etc.
* Antologias internacionais: Michael Kegler [org./trad.], «Hotel Ver Mar», Frankfurt, Verlag TFM, 2009, pp. 78-79; Wilmar Silva [org.], «Portuguesia. Contraantologia», Belo Horizonte, Anome Livros, 2009, pp. 22, 157, 163, 174 e 182; Raquel Molina [org.] e Estrella Gomes [trad.], «Ocho miradas en el vértice», Caracas, Fondo Editorial Fundarte, 2012, pp. 272-305; etc.
* Outros documentos: “A novíssima poesia portuguesa – Doze autores dos anos 2000: quem são, como se definem, versos inéditos” [textos de António Cortez, Fernando Pinto do Amaral e Fernando J. B. Martinho], in JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 948, 13 fev. 2007, pp. 10-20. Fernando Guimarães, “Quatro novos”, JL, 12 out. 2004, p. 25; “Aqueles cuja alegria é obra”, JL, 24 out. 2006, pp. 24-25. Cf. ainda «A poesia contemporânea portuguesa», Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2008, p. 143. Pedro Sena-Lino escolheu «Para morrer» como um dos melhores livros de poesia de 2004 [cf. Mil Folhas (suplemento literário do Público), 2 jan. 2005, p. 8]. “Indiscutivelmente um dos melhores livros de poesia de 2004” [Pedro Sena Lino, “Três vozes”, in Mil Folhas, 15 jan. 2005, p. 10]. Helena Lopes, “Talvez as fotografias vagamente/ desfocadas sejam as mais belas – Poesia e Media Visuais em José Mário Silva e José Rui Teixeira”, in Pedro Eiras [coord.], «Jovens ensaístas leem jovens poetas», Porto, Deriva Editores, 2008, pp. 122. Fernando de Castro Branco, “Diáspora, um percurso imaterial”, in Colóquio / Letras, n.º 174, maio/agosto 2010, pp. 207-210.