Apresentações de AUTÓPSIA:
| 13-07-2019 | Feira do Livro de Braga . 18h30 | com Matilde Campilho
| 01-06-2019 | Feira do Livro de Aveiro . 16h30 | com Daniel Jonas
| 30-05-2019 | Feira do Livro de Lisboa . 18h30 | com António Carlos Cortez
| 19-05-2019 | Porto de Encontro [Biblioteca M. Almeida Garrett] . 17h00 | com Andreia C. Faria, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, João Gesta e Valter Hugo Mãe
| 13-04-2019 | Museu de Ovar . 16h00 | com Carlos Nuno Granja
| 30-03-2019 | Universidade Católica Portuguesa [Porto] . 18h30 | com Miriam Reyes, Rui Nunes e Valter Hugo Mãe
| 21-03-2019 | Livraria Arquivo [Leiria] . 19h00 | com Andreia C. Faria e Luís Costa
| 16-03-2019 | Livraria Flâneur [Porto] . 21h30 | com Daniel Jonas
| 23-02-2019 | Correntes D’Escritas [Póvoa do Varzim] . 12h00 | com Andreia C. Faria e Valter Hugo Mãe
| 25-01-2019 | Colégio Luso-Francês [Porto] . 21h30 | com José Luís Peixoto e Valter Hugo Mãe

Entre 2000 e 2007, José Rui Teixeira publicou oito livros de poesia: «Vestígios» [edição do autor, 2000], «Quando o verão acabar» [Quasi Edições, 2002], «Para morrer» [Quasi Edições, 2004], «Melopeia» [Cosmorama Edições, 2004], «O fogo e outros utensílios da luz» [Quasi Edições, 2005], «Assim na terra» [Cosmorama Edições, 2005], «Oráculo» [Quasi Edições, 2006] e «Zerbino» [Cosmorama Edições, 2007]. Em 2009, definiu o ‘corpus’ da sua poesia em «Diáspora» [Cosmorama Edições], livro reimpresso em 2011 e em 2013, em edição trilingue, com traduções de Miriam Reyes [espanhol] e de José Pedro Angélico [inglês], introdução de Valter Hugo Mãe e posfácio de Fernando de Castro Branco. Em 2017 foi publicada a 4.ª edição de «Diáspora» [Cosmorama Edições] e um livro de inéditos: «Antípoda» [Casa Mãe], com um posfácio-diálogo de Jorge Melícias e Valter Hugo Mãe.

Em 2019 reuniu a sua poesia em «Autópsia» [Porto Editora], livro que inaugurou a coleção “elogio da sombra”, coordenada por Valter Hugo Mãe. Desdobram-se em «Autópsia» dois ciclos de seis anos da sua poesia: «Diáspora» [2003-2008] e «Antípoda» [2013-2018], a que se somam [em “post-scriptum”] os cinco inéditos de «Eclipse» [2018]. Em «Autópsia», a poesia de José Rui Teixeira dialoga com quatro textos: de Miriam Reyes, de Rui Nunes, de Ana Paixão e de José Pedro Angélico.

A sua poesia está traduzida em várias línguas e está representada em manuais escolares, revistas literárias e inúmeras antologias, em Portugal, noutros países europeus e na América Latina.
Participou em inúmeros encontros nacionais e internacionais de poetas, entre os quais se destacam: IV Festival Internacional de Poesía Moncayo, Tarazona [Espanha], 2005; Correntes D’Escritas [7.ª edição], Póvoa do Varzim, 2006; e 10.º Festival Mundial de Poesía, Caracas [Venezuela], 2013; Correntes D’Escritas [20.ª edição], Póvoa do Varzim, 2019.
Entre outros estudos e artigos sobre a sua poesia [particularmente os de Fernando Guimarães, Pedro Sena-Lino, Helena Lopes e Fernando de Castro Branco], destaca-se a dissertação de mestrado de Eunice Maia: “José Rui Teixeira, entre a morte e a reminiscência do ventre” [Universidade da Beira Interior, 2008].
Em 2005 publicou Horizonte [Quasi Edições], um livro para crianças ilustrado por Joana Quental.

* Manuais escolares: «Confluência» [Língua Portuguesa, 7.º ano], Porto, Edições Asa, 2002, pp. 258-259; «Confluência» [Língua Portuguesa, 8.º ano], Porto, Edições Asa, 2003, pp. 12-13; «Abordagens» [Português, 12.º ano], Porto, Porto Editora, 2005, p. 341.
* Revistas literárias: «Apeadeiro», n.º 4/5, inverno 2004, pp. 84-87; «Águas furtadas», n.º 7, dez. 2004, pp. 52-53; «Correntes D’Escritas», n.º 5, fev. 2006, pp. 41-42; «Sulscrito», n.º 2, verão 2008, pp. 76-77; «Pena Ventosa / Cadernos de Poesia», n.º 3, dez. 2011, p. 7; «A Ideia», II série, vol. 17, n.º 73/74, outono 2014, p. 178; «Devir», n.º 3, 2016, pp. 34-37; etc.; «Eufeme», n.º 6, jan./mar. 2018, pp. 47-50.
* Antologias nacionais: «Anos 90 e agora», Quasi Edições, 2004, pp. 329-337; «Os poemas da minha vida» [Marcelo Rebelo de Sousa], Público, 2005, p. 195; «O Livro de Natércia», Quasi Edições, 2005, p. 122; «Uma luz de papel», Edições Éterogémeas, 2007, pp. 22-23; «Estamos juntos», Edições Tenacitas / Leigos para o Desenvolvimento, 2011, pp. 92-95; etc.
* Antologias internacionais: Michael Kegler [org./trad.], «Hotel Ver Mar», Frankfurt, Verlag TFM, 2009, pp. 78-79; Wilmar Silva [org.], «Portuguesia. Contraantologia», Belo Horizonte, Anome Livros, 2009, pp. 22, 157, 163, 174 e 182; Raquel Molina [org.] e Estrella Gomes [trad.], «Ocho miradas en el vértice», Caracas, Fondo Editorial Fundarte, 2012, pp. 272-305; etc.

Algumas referências:
* Artigos publicados no Jornal de Letras, Artes e Ideias [JL]: Fernando Guimarães, “Quatro novos”, in JL, 12 out. 2004, p. 25; Fernando Guimarães, “Aqueles cuja alegria é obra”, in JL, 24 out. 2006, pp. 24-25; António Cortez, Fernando Pinto do Amaral e Fernando J. B. Martinho,”A novíssima poesia portuguesa – Doze autores dos anos 2000: quem são, como se definem, versos inéditos”, in JL, 13 fev. 2007, pp. 10-20; Fernando Guimarães, “O silêncio, a concisão e a perda”, in JL, 22 nov. 2017, pp. 12-13.
* Pedro Sena-Lino escolheu «Para morrer» como um dos melhores livros de poesia de 2004: Mil Folhas [suplemento literário do jornal Público], 2 jan. 2005, p. 8. Outro artigo do Pedro Sena-Lino: “Três vozes”, in Mil Folhas, 15 jan. 2005, p. 10 [no qual se refere a «Para morrer»: “Indiscutivelmente um dos melhores livros de poesia de 2004”].
* Outras referências: Fernando Guimarães, «A poesia contemporânea portuguesa», Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2008, p. 143. Helena Lopes, “Talvez as fotografias vagamente/ desfocadas sejam as mais belas – Poesia e Media Visuais em José Mário Silva e José Rui Teixeira”, in Pedro Eiras [coord.], «Jovens ensaístas leem jovens poetas», Porto, Deriva Editores, 2008, pp. 122. Fernando de Castro Branco, “«Diáspora», um percurso imaterial”, in Colóquio/Letras, n.º 174, maio/agosto 2010, pp. 207-210.
* Textos integrados nos seus livros: «O fogo e outros utensílios da luz» [Quasi Edições, 2005]: Eunice Maia, “A luz envolve-te como um manto” [pp. 67-70]. «Assim na terra» [Cosmorama Edições, 2005]: Pedro Sena-Lino, “De nenhum lugar se vê o corpo” [pp. 49-50]; Miriam Reyes, “A sensação de te habitar” [pp. 51-52]. «Diáspora» [Cosmorama Edições, 2011, 2.ª ed.]: Fernando de Castro Branco, “Diáspora, um percurso imaterial” [pp. 105-110]. «Diáspora» [Cosmorama Edições, 2013, 3.ª ed.]: Valter Hugo Mãe, “A memória de Deus” [pp. 7-9]; Fernando de Castro Branco, “Diáspora, um percurso imaterial” [pp. 189-194]. «Diáspora» [Cosmorama Edições, 2017, 4.ª ed.]: Valter Hugo Mãe, “A memória de Deus” [pp. 9-12]; Fernando de Castro Branco, “Diáspora, um percurso imaterial” [pp. 107-113]. «Antípoda» [Casa Mãe, 2017]: Rui Nunes, “Um texto indefeso [sinais de leitura]” [pp. 19-21]; Valter Hugo Mãe e Jorge Melícias, “Diálogo a propósito de Antípoda” [pp. 73-84]. «Autópsia» [Porto Editora, 2019]: Miriam Reyes: “Incurável” [pp. 7-9]; Rui Nunes: “Um texto indefeso [sinais de leitura]” [pp. 39-41]; Ana Paixão: “AUTÓPsiA em Si m” [pp. 157-161]; José Pedro Angélico: “Breviário para uma manhã que se faz tarde” [pp. 163-167].