Trimestre intenso.
Um arranque de ano letivo legitimamente difícil coincidiu com a publicação de «Antípoda» e da 4.ª edição de «Diáspora». Depois de “Um texto indefeso”, conversa com Jorge Melícias, Rui Nunes e Valter Hugo Mãe — no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, no dia 16 —, setembro terminou com outra conversa, desta vez com Andreia Faria e Daniel Jonas, na inauguração das novas instalações da livraria Flâneur.
Na tarde de 7 de outubro, no Teatro Nacional São João, conversei com José Tolentino Mendonça, no contexto do Porto de Encontro e da apresentação do livro: «O pequeno caminho das grandes perguntas». [Porto de Encontro]
No dia 21 e 23 de outubro, pronunciarei a conferência “Aos ombros de gigantes: a relação de Guilherme de Faria com Carlos de Lemos, Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha”, primeiro nos Encontros de Cultura Portuguesa, na Casa-Museu Guerra Junqueiro, no Porto; depois no Congresso Internacional “1867: um ano de gigantes”, promovido pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias [CLEPUL], na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa.
Termino outubro nas Astúrias: no Teatru Riera, em Villaviciosa, participarei numa mesa-redonda sobre “En perspectiva. La lliteratura asturiana vista dende fuera”, nas VII Xunta d’Escritores Asturianos — “Presente”.
Depois de uma passagem por Roma e Paris, em novembro, apresentarei no dia 2 de dezembro a conferência: “Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima”, na Jornada de Abertura do Ano Pastoral, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima. E no dia 12 de dezembro, em Palma, na Universitat de les Illes Balears, conversarei sobre a minha poesia e sobre o atual contexto da cultura portuguesa, nas IX Jornades de Cultura Portuguesa promovidas pela Cátedra Mário Cesariny e pelo Instituto Camões.