Na sexta-feira, 25 de janeiro, os escritores-amigos José Luís Peixoto e Valter Hugo Mãe apresentaram — no auditório do Colégio Luso-Francês — o meu novo livro: «Autópsia» [CoolBooks / Porto Editora], onde se reúne a poesia publicada entre 2003 e 2018 — em dois ciclos de seis anos: «Diáspora» [2003-2008] e «Antípoda» [2013-2018] — e cinco inéditos [«Eclipse», 2018].
Num livro que inaugura a coleção “Elogio da sombra” [coordenada pelo Valter Hugo Mãe], depois de uma impressiva epígrafe de Rui Nunes, quatro textos refletem e dialogam com os cento e vinte poemas reunidos em «Autópsia»: “Incurável”, de Miriam Reyes; “Um texto indefeso”, de Rui Nunes; “AUTÓPsiA em Si m”, de Ana Paixão; e “Breviário para uma manhã que se faz tarde”, de José Pedro Angélico.
Agradeço ao José Luís Peixoto e ao Valter Hugo Mãe, ao meu editor Vitor Gonçalves, à comunidade educativa do Colégio Luso-Francês [particularmente ao Departamento de Línguas, na pessoa da coordenadora Isabel Maia], aos familiares e amigos que, poeticamente, na passada sexta-feira reiniciaram o tempo… porque [como escreveu Herberto Helder] “começa o tempo onde se une a vida à nossa gratidão”.