José Rui Teixeira dedica-se fundamentalmente ao estudo de temas e autores no âmbito da História da Cultura e da Literatura em Portugal: intercontextualidades e intertextualidades em diálogo com o pensamento filosófico-teológico, do romantismo aos nossos dias. Interessa-se ainda por temáticas no âmbito da história da cultura e da arte, do humanismo cristão, da poesia portuguesa contemporânea e das relações entre poesia e transcendência, temáticas sobre as quais tem pronunciado conferências e comunicações, e escrito e publicado vários ensaios.

PROJETOS

| 2013 |
| * Vida e Obra de Guilherme de Faria. Os versos de luz por escrever [Faculdade de Letras — Universidade do Porto]. | * O vazio que persiste à minha beira. Sobre o lugar de Deus na poesia contemporânea [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto].
| 2014 |
| * Onde a resiliência da pedra toca a exação da fratura. Leituras da poesia de Jorge Melícias. | * Poetas-filósofos ou filósofos-poetas? Disforia histórico-cultural no contexto português: entre Antero de Quental e Teixeira de Pascoaes [Instituto de Pensamiento Iberoamericano — Universidad Pontificia de Salamanca].
| 2015 |
| * Anrique Paço d’Arcos e Guilherme de Faria. Encontros, desencontros e reencontros à roda de Teixeira de Pascoaes, n’A Brasileira do Chiado. | * Aquela espécie de mulheres que estão sempre na margem daquilo a que pertencem: o caso de Judith Teixeira [Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibériques Contemporains – Université Paris-Sorbonne].
| 2016 |
| * Intersecções. Afonso Lopes Vieira, José Bruges d’Oliveira e Guilherme de Faria: intercontextualidades. | * Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras derivas intertextuais na poesia de Mário de Sá-Carneiro [Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibériques Contemporains – Université Paris-Sorbonne]. | * Entre o movimento conciso do último passo e a magnífica treva de existir a sós. O último livro de Fernando de Castro Branco. | * Feito de amar entre os homens apenas as coisas mais efémeras. Leituras da poesia de Valter Hugo Mãe. | * Fronteiras invisíveis. Manuel Laranjeira e Miguel de Unamuno: sobre o desterro e a vertigem suicidária na cultura portuguesa [Instituto de Pensamiento Iberoamericano — Universidad Pontificia de Salamanca]. | * Um modo de te amar dentro do tempo. Sobre a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria [Asociación Latinoamericana de Literatura y Teología — Pontificia Universidad Católica Argentina / Buenos Aires]. | * António Pedro. Em mansamente dolorida ausência e uma saudade mansíssima: os primeiros vinte anos e a poesia dos anos vinte.
| 2017 |
| * Teixeira de Pascoaes e Guilherme de Faria: à mesa d’A Brasileira do Chiado na década de vinte. | * A vida é um simulacro. Leituras de «Húmus» de Raul Brandão e de «Grito» de Rui Nunes [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto]. | * Aos ombros de gigantes: a relação de Guilherme de Faria com Carlos de Lemos, Raul Brandão, António Nobre e Camilo Pessanha.
| 2018 |
| * O Metropolismo de Mário Saa à luz do Hispanismo de António Sardinha e da Ibéria Futura de Fernando Pessoa. Subsídios para uma contextualização histórico-cultural do Iberismo [Instituto de Pensamiento Iberoamericano — Universidad Pontificia de Salamanca]. | * O onirismo místico de Dalila Pereira da Costa em «Encontro na Noite» [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto]. | * No princípio era a ilha: eutopia, distopia e outros deslocamentos da temporalidade em «Os dias contados» de José Tolentino Mendonça [Asociación Latinoamericana de Literatura y Teología — Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro]. | * Teixeira de Pascoaes e Ribera i Rovira: o diálogo intercultural entre a Catalunha e Portugal no princípio do século XX. | * Vestigia Dei: sobre a possibilidade de uma leitura teotopológica da literatura portuguesa [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto].
| 2019 |
| * «No tempo divido». Mistagogia da temporalidade na poesia de Sophia [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto]. | * Ofício de morrer. O corpo e a morte na poesia de Daniel Faria — um tríptico para o desdobramento da imolação [Cátedra Poesia e Transcendência — UCP Porto].

| * José Antonio Ramos Sucre: o poeta insone [Facultad de Filología — Universidad de Salamanca]. | * Memorial. José Bruges d’Oliveira — Certo vago pranto. | * António Hartwich Nunes — Poeta sem querer. | * Ex corde — Representações de Santa Maria na poesia portuguesa. | * «Tristezas do Desterro» de Alexandre Herculano e «O Desterrado» de Soares dos Reis. | * Uma catedral paúlica: o dia em Mário de Sá-Carneiro [não] conheceu Antoni Gaudí. | * «A Romaria» de Vasco Reis e «Mensagem» de Fernando Pessoa: o contexto histórico-cultural dos prémios literários do SPN em 1934.