José Rui Teixeira criou em 2004 a Cosmorama Edições, projeto no qual editou mais de cem livros, entre os quais se destacam: «Bela adormecida» [2006], de Miriam Reyes; «Saudade Minha [poesias escolhidas]» [2007], de Guilherme de Faria; «Horizonte a Ocidente» [2007], de António Ramos Rosa; «Estende a mão ao milagre» [2008], de Hilde Domin; «Dominga» [2008], de Agustina Bessa-Luís; «Folclore íntimo» [2008], de Valter Hugo Mãe [2008]; «Pensamentos e Máximas» [2010], de Teixeira de Pascoaes; e «S. Francisco de Assis: visão franciscana da vida» [2010], de Leonardo Coimbra.
O projeto foi reinventado em 2013. Publicou, desde então, mais de vinte livros. Entre as publicações no âmbito dos estudos humanísticos, destacam-se: «Duma só coisa quis saber» [2013], de Leonel Oliveira; «A experiência mística na obra de Dalila Pereira da Costa» [2013], de Joaquim Teixeira; «Antropologia e estética no pensamento português» [1850-1960] [2016], de José Acácio Castro; e duas dissertações de doutoramento: «Vida e Obra de Guilherme de Faria. Os versos de luz por escrever» [2013], de José Rui Teixeira, e «Adolfo Casais Monteiro e a doutrina estética da Presença» [2016], de Fernando de Castro Branco. Entre os livros de poesia, destacam-se: «Margens» [2015], de Hugo Mujica; «Hybris» [2015], de Jorge Melícias; «Poesia [1926-1929]» [2016], de António Pedro; «Constelações no azul magoado» [2017], de Joaquim de Araújo; «A margem de um livro» [2017], de Rui Nunes; «Espelho negro» [2017], de Miriam Reyes; «Arte e fuga» [2017], de María Negroni; e «Experiência Butoh» [2017], de Daniela Camacho.

Entre 2011 e 2013, foi diretor da Universidade Católica Editora [UCE Porto], tendo coordenado a edição de mais de vinte obras, entre as quais se destacam: «Fronteiras: leituras filosófico-teológicas» [2011], de João Manuel Duque; «Fernando Pessoa e o Quinto Império» [2012] e «A filosofia da religião em Portugal [1850-1910]» [2013], ambos de Afonso Rocha.

Frequentou, em 1994, os cursos de Géneros Jornalísticos e Técnicas de Titulação e Paginação promovidos pelo Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas [CENJOR].

Fundou, dirigiu e integrou o conselho de redação de várias publicações académicas, eclesiais e literárias. Foi responsável pela revisão científica de traduções da Oxford University Press. Organizou e prefaciou/posfaciou inúmeras edições de natureza literária e teológica.
Coordenou edições do Secretariado da Cultura da Diocese do Porto: «Bento XVI em Portugal» [2010] e «Morreste-me: a morte e a esperança cristã» [2010]; e da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti: «Memórias e Rumos» [2014].