Da sua colaboração com o Santuário de Fátima, destaca-se a publicação de dois artigos na revista Fátima XXI: “Os vossos jovens terão visões – As crianças de Fátima e a visão do [in]visível” [n.º 2, out. 2014, pp. 64-66] e “O caminho que te conduzirá até Deus” [n.º 7, jun. 2017, pp. 24-25], tendo coordenado o caderno temático sobre o Imaculado Coração de Maria no n.º 7 desta revista.
Em 2017 pronunciou a conferência da Jornada de Abertura do Ano Pastoral, no Centro Pastoral Paulo VI: “Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima” [«Guia do Peregrino 2017-2018: Tempo de Graça e Misericórdia», Fátima, Santuário de Fátima, 2017, pp. 19-30].
Em 2015 foi nomeado censor teólogo do Processo de Beatificação e Canonização da Irmã Lúcia de Jesus e do Imaculado Coração, função que exerceu até 2016. No final de 2018, foi nomeado colaborador externo deste Processo pelo Postulador Geral dos Carmelitas Descalços, P. Romano Gambalunga, encontrando-se a trabalhar — juntamente com Eloy Bueno de la Fuente — na “Positio super vita, virtutibus et fama sanctitatis” da vidente de Fátima.

Integrou a Comunidade da Capela de Fradelos, no Porto, entre 1998 e 2017, à qual presidiu desde 2012, por indicação de D. Manuel Clemente e de D. António Francisco dos Santos, Bispos do Porto.
Entre 1998 e 2013, juntamente com o presbítero Leonel Oliveira, foi responsável pela iniciação cristã de mais de quinhentos catecúmenos no Centro Catecumenal da Igreja do Porto; presidiu a centenas de sessões catecumenais, organizou e promoveu retiros, encontros de reflexão e oração, conferências e uma série de outros projetos culturais de mundividência cristã.
Coordenou a edição de «Duma só coisa quis saber» [2013], que reúne conferências pronunciadas pelo presbítero Leonel Oliveira [entre 1993 e 2010] e artigos publicados nos Cadernos do Centro Catecumenal. E coordena a edição de «Actos e Actas», dois volumes com a colaboração que este presbítero manteve [entre 1985 e 2007], na Voz Portucalense [semanário da Diocese do Porto].
Desenvolve o website: www.leoneloliveira.org.

No Colégio Luso-Francês, coordena [desde 2002] o projeto Congaudeant: uma comunidade de peregrinos reunida em torno da experiência do Caminho de Santiago, que promove, estuda, reflete e divulga o fenómeno dos Caminhos, a sua espiritualidade e tradição.

Colaborou com Joaquim Azevedo [entre 2010 e 2018] no Secretariado da Pastoral da Cultura da Diocese do Porto. Nesse contexto, coordenou a edição de «Bento XVI em Portugal» [2010], «Morreste-me: a morte e a esperança cristã» [2010] e «Ecce Homo 2008.10» [2011]. Organizou em 2010, no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, o simpósio “A pergunta na hora de partir”, sobre a morte e a esperança na arte e na literatura [com conferências, uma exposição de esculturas de Karin Somers e a execução de “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen]. Em 2012, no Museu de Serralves, organizou o colóquio “Ver o invisível, dizer o indizível”, no qual intervieram Jaime Rocha, João Manuel Duque, Siza Vieira, Valter Hugo Mãe e Manoel de Oliveira. Entre 2011 e 2013, coordenou os três “Encontros de Artistas” com o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, no Auditório da Casa Episcopal. Em 2009 participou no ciclo “Ecce Homo”, com a conferência “Do tempo livre à libertação do tempo — A experiência da peregrinação”, na Associação Católica do Porto. E em 2017 participou na mesa-redonda “Desamordaçar o futuro: a voz dos cristãos no mundo contemporâneo”, com Guilherme d’Oliveira Martins, no Auditório da Escola Básica de Matosinhos.

Foi, desde 2000, professor em várias instituições de ensino católicas: Colégio Luso-Francês [2000-], Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti [2009-10], Universidade Católica Portuguesa [2010-15] e Colégio de Ermesinde [2012-14], tendo assumido a direção pedagógica do Colégio Luso-Francês em 2014.

Entre 2007 e 2011, coordenou a equipa de redação do manual de Educação Moral e Religiosa Católica – «Alicerces» – para o Ensino Secundário [Secretariado Nacional de Educação Cristã]. Nesse contexto escreveu as unidades letivas 6 [“Um sentido para a vida”] e 10 [“Arte cristã”].

Entre 1993 e 1994, integrou o Coro da Sé Catedral do Porto, sob a orientação do cónego Ferreira dos Santos. Destacam-se a “Missa em dó menor” de Mozart [K. 427] e a “Magnificat” de Bach [BWV 243], na Igreja do Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto, no dia 10 de dezembro de 1993.