A Cosmorama é uma editora independente e intercultural de literatura e estudos humanísticos. Criada em 2004, por José Rui Teixeira, a sua denominação foi inspirada nos versos de António Nobre: “Vejo passar a minha vida,/ Como num grande cosmorama”.
Cosmorama [do grego ‘kósmos’, universo + ‘hórama’, espectáculo] é um conjunto de imagens ampliadas por instrumentos ópticos, o local em que essas imagens são expostas ou instrumento com o qual é possível observá-las ampliadamente.

Desde 2004, a Cosmorama editou mais de cem livros, entre os quais se destacam: ‘Bela adormecida’ de Miriam Reyes [2006]; ‘Saudade Minha (poesias escolhidas)’ de Guilherme de Faria [2007]; ‘Horizonte a Ocidente’ de António Ramos Rosa [2007]; ‘Estende a mão ao milagre’ de Hilde Domin [2008]; ‘Dominga’ de Agustina Bessa-Luís [2008]; ‘Folclore íntimo’ de Valter Hugo Mãe [2008]; ‘Pensamentos e Máximas’ de Teixeira de Pascoaes [2010]; e ‘S. Francisco de Assis: visão franciscana da vida’ de Leonardo Coimbra [2010].

O projeto foi reinventado em 2013. Publicou, desde então, mais de vinte livros. Entre as publicações no âmbito dos estudos humanísticos, destacam-se: ‘Duma só coisa quis saber’ de Leonel Oliveira [2013]; ‘A experiência mística na obra de Dalila Pereira da Costa’ de Joaquim Teixeira [2013]; ‘Antropologia e estética no pensamento português (1850-1960)’ de José Acácio Castro [2016]; e duas dissertações de doutoramento: ‘Vida e Obra de Guilherme de Faria. Os versos de luz por escrever’ de José Rui Teixeira [2013], e ‘Adolfo Casais Monteiro e a doutrina estética da Presença’ de Fernando de Castro Branco [2016]. Entre os livros de poesia, destacam-se: ‘Margens’ de Hugo Mujica [2015]; ‘Hybris’ de Jorge Melícias [2015]; ‘Desde Portugal’ e ‘Carta a mim mesmo’ de Fernando de Castro Branco [2016]; ‘Poesia [1926-1929]’ de António Pedro [2016], ‘Constelações no azul magoado’ de Joaquim de Araújo [2017]; ‘A margem de um livro’ de Rui Nunes [2017]; ‘Espelho negro’ de Miriam Reyes [2017]; ‘Arte e fuga’ de María Negroni [2017]; e ‘Experiência Butoh’ de Daniela Camacho [2017].

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