José Rui Teixeira nasceu no Porto, em 1974.

Trajetos académicos: licenciatura em Teologia na Universidade Católica Portuguesa [Porto], mestrado em Filosofia e doutoramento em Literatura na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desenvolveu dois projetos de pós-doutoramento: na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da UCP [Braga] e na Facultad de Filología da Universidad de Salamanca.

É diretor e presidente do Conselho Científico da Cátedra Poesia e Transcendência [Sophia de Mello Breyner Andresen], na Universidade Católica Portuguesa [Porto]. Coordena o projeto TEOTOPIAS.

Integra o Conselho Científico do Instituto de Pensamiento Iberoamericano da Universidad Pontificia de Salamanca. É investigador do Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião, da Universidade Católica Portuguesa]; do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibériques Contemporains [Études Lusophones], da Université Paris-Sorbonne; e da Cátedra José Saramago, da Universidade de Vigo. É membro da Asociación Latinoamericana de Literatura y Teología e da European Society for Catholic Theology.

É professor e diretor pedagógico do Colégio Luso-Francês [Porto].

É um dos dois teólogos incumbidos da redação da “Positio super vita, virtutibus et fama sanctitatis” do Processo de Beatificação e Canonização da Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado [vidente de Fátima].

Entre as suas publicações, destacam-se: «Vida e obra de Guilherme de Faria: os versos de luz por escrever» [2013], «Acerca do desterro: hermenêutica literária e arqueologia cultural» [2018], «Vestigia Dei. Uma leitura teotopológica da literatura portuguesa» [2019] e «Ofício de morrer. O corpo, a morte e a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria» [2020]. No que diz respeito a poesia, entre outros livros, publicou «Para morrer» [2004], «O fogo e outros utensílios da luz» [2005], «Oráculo» [2006] e «Antípoda» [2017]; dez anos depois de «Diáspora», reuniu a sua poesia em 2019, em «Autópsia».